20/04/2009

Corpos a prestações, com almas vendidas a um amor!


Sobre o olhar aceso de um lampião,

Pernoitam dois corpos cansados,

Respirações loucas traduzem a emoção,

De horas e minutos passados,


Almas vendidas a um amor,

Crente num feliz final,

Ignorando sempre a dor,

Ao evidenciar o prazer carnal!


Depois do acto consumado,

O corpo pretende-se lavado,

Pronto para nova folia...


Suores limpos com beijos,

Sem prescindir dos desejos,

Que o coração sempre pedia.
...Um grande ósculo...

5 comentários:

Joana Marques disse...

És simplesmente único. Adoro quase tudo oque tu escreves. Adoro-te! beijo

Anónimo disse...

Manteigas e a sua veia poética...

Onde é que tu andas?
Está tudo bem?
Estás vivo?

Raquel disse...

Penso que a tua escrita se resume a duas palavras: simplicidade e conteudo. Continua. Conto contigo para a mini party de almofadas.Não aceito desculpas esfarrapadas.beijoca

Catarina disse...

Este ano vamos ao estoril open? Já falas-te com a joana? Depois digam algo.beijoca

Sandra disse...

Gostei da parte: "Ignorando sempre(...)o prazer carnal". Tu passas por estas situações todas? É que se me acontecesse metade daquilo que relatas em cada poema teu, era uma mulher upa upa...lol. Adoro-te e tu sabes disso. Espero que tenhas sempre cabeçinha como tives-te até aos dias de hoje. Beijo grande